Juscelino Kubitschek, também conhecido como JK, foi um médico e político brasileiro que veio a se tornando-se presidente do Brasil. Juscelino Era amado pelo povo por seu jeito carismático e democrático durante seu governo o Brasil viveu um período de grande desenvolvimento, onde era campanha de eleição a frase 50 anos em 5 que queria dizer q ele prometia fazer o pais crescer em economia 50 anos em apenas 5 anos de governo, Juscelino também foi responsável pela construção da capital do Brasil Brasília. O mesmo teve sua vida repassada em uma minissérie da TV globo.
buscapé
quinta-feira, 4 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
Joao Goulart
João Goulart também conhecido como Jango foi 24º presidente do Brasil. O mesmo era vice do então presidente Jânio Quadros que enfrentava crise em seu governo. Com a renuncia de Jânio por lei quem deveria assumir o governo seria o então vice- presidente Jango que sofrera forte oposição para assumir a presidência, pois se encontrava em constante visitas na China e desconfiavam de ligação ao comunismo, mais mesmo com oposição João Goulart assume a presidência. Durante seu governo sofreu forte perseguições por parte dos militares que depois de tanto o perseguirem o Jango acabou sendo tirado do poder e tendo seus direitos políticos cassado por 10 anos, depois disso acabou se exilando na Argentina onde morreu vítima de infarto.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Dom Pedro II
Dom Pedro II foi o segundo e o ultimo monarca do Impériodo Brasil. Ele era filho de Dom Pedro I e Maria Leopoldina, o mesmo assumiu o titulo de imperador do Brasil com apenas 5 anos de idade, devido a isso acabou não tendo uma infância como uma criança normal, passando maior parte do tempo estudando e se preparando para ser um grande imperador. Dom Pedro II foi um bom imperador do Brasil como nasceu aqui no Brasil tinha um vinculo real com as terras brasileiras e com isso sempre lutou para melhoria do pais e sua independência lutando contra a monarquia.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Galieu Galilei
Galileu Galilei foi um gênio e grande astrônomo italiano, que foi um dos primeiros pensadores a contestar as teorias de Aristóteles. Por defender a sua teoria Heliocentrismo que diz que diz que o sol é o centro do universo, derrubando assim a teoria na qual a igreja católica defendia que tinha como a terra como centro do universo, Galileu foi levado ao Tribunal de Inquisição da Igreja católica acusado de Herege, e pra escapar de ser julgado culpado, teve que negar toda sua tese que mais tarde veio a ser aceita pois era a correta, negou por escrito para não ser julgado culpado e assim ser exterminado pela igreja católica que dizimava e perseguia todos aqueles que fossem contra as ideologias por ela impostas.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
TRATADO DE TORDESILHAS
O tratado de Tordesilhas
foi um acordo feito entre Portugal e Espanha na época das navegações e descobertas
de novas terras na América.Com a ascensão dos espanhóis na exploração de novas
terras, o clima de disputa com os portugueses se acirrou. Para que um conflito
de maiores proporções fosse evitado, o papa Alexandre VI foi convocado para
negociar os limites de exploração colonial entre essas duas potências
europeias. Inicialmente, Portugal buscava garantir seu monopólio na costa
africana e a Espanha preocupava-se em legitimar a exploração nas terras ao
oeste.
No ano de 1493, o papa então anunciou a assinatura da Bula Inter Coetera, que fixava uma linha imaginária a 100 léguas da Ilha de Açores. No entanto, no ano seguinte, o rei português Dom João II exigiu a revisão desse primeiro acordo, que não satisfazia os interesses lusitanos. Segundo alguns historiadores, essa mudança de ideia era um forte indício de que os portugueses tinham conhecimento de outras terras localizadas na porção sul do novo continente descoberto pelos espanhóis. Séculos mais tarde, documentos explicariam essa “repentina” mudança de ideia dos lusitanos.
Buscando evitar o desgaste de um conflito militar, os espanhóis aceitaram a revisão dos acordos com uma nova intermediação do papa. Com isso, o Tratado de Tordesilhas foi assinado em junho de 1494. Nesse novo acerto ficava estabelecida a demarcação de um novo meridiano localizado a 370 léguas a oeste da ilha de Cabo Verde. Os territórios a oeste seriam explorados pelos espanhóis; e as terras a leste deveriam ser controladas.
Pouco tempo depois, as determinações desse tratado seriam questionadas pelas outras nações europeias que iniciavam seu processo de expansão marítima. Diversos monarcas não aceitavam o fato de a divisão ter se restringido aos países ibéricos. Os franceses, por exemplo, passaram a organizar expedições marítimas para o Brasil em sinal do não reconhecimento do tratado. As nações que protestaram contra, na verdade, reivindicavam o princípio de posse útil da terra para legitimar a exploração colonial.
Mediante tal proposta, os portugueses se viram forçados a intensificar os mecanismos de controle e dominação sobre seus territórios. A partir de 1530, Portugal enviou Martinho Afonso para as terras brasileiras, com o objetivo de fundar o primeiro centro de exploração colonial. Em contrapartida, expedições inglesas e francesas buscaram terras na região norte do continente americano.
No ano de 1493, o papa então anunciou a assinatura da Bula Inter Coetera, que fixava uma linha imaginária a 100 léguas da Ilha de Açores. No entanto, no ano seguinte, o rei português Dom João II exigiu a revisão desse primeiro acordo, que não satisfazia os interesses lusitanos. Segundo alguns historiadores, essa mudança de ideia era um forte indício de que os portugueses tinham conhecimento de outras terras localizadas na porção sul do novo continente descoberto pelos espanhóis. Séculos mais tarde, documentos explicariam essa “repentina” mudança de ideia dos lusitanos.
Buscando evitar o desgaste de um conflito militar, os espanhóis aceitaram a revisão dos acordos com uma nova intermediação do papa. Com isso, o Tratado de Tordesilhas foi assinado em junho de 1494. Nesse novo acerto ficava estabelecida a demarcação de um novo meridiano localizado a 370 léguas a oeste da ilha de Cabo Verde. Os territórios a oeste seriam explorados pelos espanhóis; e as terras a leste deveriam ser controladas.
Pouco tempo depois, as determinações desse tratado seriam questionadas pelas outras nações europeias que iniciavam seu processo de expansão marítima. Diversos monarcas não aceitavam o fato de a divisão ter se restringido aos países ibéricos. Os franceses, por exemplo, passaram a organizar expedições marítimas para o Brasil em sinal do não reconhecimento do tratado. As nações que protestaram contra, na verdade, reivindicavam o princípio de posse útil da terra para legitimar a exploração colonial.
Mediante tal proposta, os portugueses se viram forçados a intensificar os mecanismos de controle e dominação sobre seus territórios. A partir de 1530, Portugal enviou Martinho Afonso para as terras brasileiras, com o objetivo de fundar o primeiro centro de exploração colonial. Em contrapartida, expedições inglesas e francesas buscaram terras na região norte do continente americano.
terça-feira, 18 de junho de 2013
BLOQUEIO CONTINENTAL
No começo do
século XIX, o continente europeu vivia as agitações políticas e militares
causadas pelo domínio napoleônico. A França conquistava diversos territórios e
modernizava a sua economia a contragosto das diversas monarquias que repudiavam
o processo revolucionário daquele país. Entre esses opositores estava a
Inglaterra, uma das poucas, senão a única, nações que tinham condições
econômicas e bélicas de se contrapor ao governo de Napoleão Bonaparte.
Ciente do poder de
sua mais importante rival, Napoleão Bonaparte resolveu tomar uma medida de
natureza autoritária, ao divulgar o chamado Bloqueio Continental. Lavrado em 21
de novembro de 1806, o documento estabelecia que todos os portos da Europa
deveriam fechar suas portas para as embarcações inglesas. Desse modo, a França
expandiria o seu mercado consumidor ao mesmo tempo em que enfraqueceriam as
finanças de sua mais poderosa rival nos campos de batalha.
Do ponto de vista
prático, a exigência francesa tinha natureza autoritária e não poderia ser
imediatamente seguida pelas várias nações que apoiavam e dependiam,
economicamente, das manufaturas inglesas. Uma das situações mais complicadas se
dava com o caso de Portugal, nação que servia de porta de entrada para a Europa
Continental e dependia largamente dos produtos industrializados britânicos.
Militarmente, os
portugueses não teriam como resistir a um ataque das tropas de Napoleão
Bonaparte ao seu território. Economicamente, era impossível que os portugueses
abrissem mão do consumo das mercadorias britânicas. Mediante esse impasse, Dom
João VI, príncipe regente da época, passou a adotar uma postura indefinida
junto às duas potências que o pressionavam.
Preferindo
aliar-se aos ingleses, o reino de Portugal assinou uma convenção secreta, na
qual ficava decidida a transferência do governo português para o Brasil.
Enquanto os ingleses se comprometiam a defender o território lusitano contra a
França, a Coroa Portuguesa entregava sua esquadra e garantia a abertura dos
portos brasileiros para os ingleses. No dia 29 de novembro de 1807, diversas
embarcações saíram de Portugal levando a nobreza e a Família Real daquele país
ao Brasil.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Fenicios
Os fenícios foram responsáveis pela formação de
uma rica civilização que ocupou uma faixa do litoral
mediterrâneo que adentrava o território asiático até as montanhas do atual
Líbano. No início de sua trajetória, a exemplo de outros povos da Antiguidade,
os fenícios desenvolveram uma economia exclusivamente voltada à agricultura.
Contudo, graças ao seu posicionamento geográfico, acabou viabilizando o contato
comercial com várias caravanas nômades.
A expansão comercial foi responsável pela
organização de vários centros urbanos independentes, entre os quais destacamos
Arad, Biblos, Ugarit, Tiro e Sídon. Em cada uma dessas cidades, observamos a
presença de um monarca escolhido
pela decisão dos grandes comerciantes e proprietários de terra do local. Dessa
forma, podemos afirmar que o cenário político fenício era eminentemente
plutocrático, ou seja, controlado pelas parcelas mais ricas da população.
O desenvolvimento do comércio entre os
fenícios aconteceu primordialmente através da realização
de trocas de mercadorias. Com o passar do tempo, a expansão das atividades
privilegiaram a fabricação de moedas que facilitaram a realização de negócios.
Sob tal aspecto, devemos ainda destacar a grande complexidade do artesanato
entre os fenícios. Madeiras, tapetes, pedras, marfim, vidro e metais eram
alguns dos produtos que atraíam a atenção
dos habilidosos artesãos fenícios.
Outra interessante contribuição advinda do
comércio entre os fenícios foi a elaboração de um dos mais antigos alfabetos de
toda História. Por meio de um específico conjunto de símbolos, os fenícios
puderam empreender a regulação de suas atividades comerciais e expandir as
possibilidades de comunicação entre as pessoas. Séculos mais tarde, a
civilização greco-romana foi diretamente influenciada pelo sistema inaugurado
pelos fenícios.
Na esfera religiosa, os fenícios ficaram
conhecidos pelo seu amplo interesse nas práticas animistas, ou seja, a adoração
às árvores, montanhas e demais manifestações da natureza. A Grande Mãe e Baal
(o deus protetor) eram as duas mais prestigiadas divindades do universo
religioso fenício. Geralmente, os rituais eram executados ao ar livre e
incluíam a realização de sacrifícios, sendo que alguns destes contavam com a
oferenda de seres humanos.
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